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4AC-Indústria 4.0

Incubadora e aceleradora de startups, apresentada a 30/01/2017 no Instituto Politécnico de Leiria, que faz parte das 60 medidas de iniciativa pública e privada para a Indústria 4.0. Resultou de uma parceria entre o CEiiA – centro de engenharia e desenvolvimento de produtos para sectores tecnologicamente avançados – e a Startup Portugal.

A

Aceleradora

Um programa ao qual as startups podem concorrer que proporciona orientação às mesmas, muitas vezes em troca de uma participação no seu capital, para as ajudarem a crescer. Maior parte das aceleradoras estão orientadas para ajudarem empresas no early-stage que se estão a preparar para financiamento de capital de risco.

Fonte: PortugalVentures

ACRIS

Ponto único de informação segura para as empresas e autoridades da União Europeia. As empresas podem partilhar os testemunhos de violações da propriedade intelectual ocorridas em países fora da UE e acompanhar os procedimentos efetuados pelas autoridades locais relativamente a essas ocorrências.

É uma aplicação, livre e multilíngue, que oferece às empresas da UE informação segura com vista a apoiar a tomada de decisões sobre as suas estratégias de negócios em países terceiros e a mitigar o risco de futuras infrações.

ACRIS - Desenvolvida pela Comissão Europeia

Análise interna e externa / Análise SWOT

Análise do contexto interno e externo da empresa.

O resultado desta análise exprime-se frequentemente através de uma análise SWOT - matriz: Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças.

Análise SWOT

A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais das palavras Strenghts (Pontos Fortes), Weaknesses (Pontos Fracos), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

Fonte: IAPMEI

APDC

Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações

Aprendizagem ao longo da vida

Toda a atividade de aprendizagem empreendida ao longo da vida, com o objetivo de desenvolver conhecimentos, capacidades, competências e/ou qualificações numa perspetiva pessoal, social e/ou profissional.

Fonte: adaptado de Cedefop, 2004.

ARBITRARE

Centro de arbitragem institucionalizada, de âmbito nacional, criado em 2009, inserindo-se dentro da rede de Centros de Arbitragem Portugueses apoiados pelo Estado, com competência para resolver:
•Litígios em matérias de Propriedade Industrial, Nomes de Domínio de .PT, Firmas e Denominações, sujeitos a arbitragem voluntária; e
•Litígios emergentes de Direitos de Propriedade Industrial quando estejam em causa medicamentos de referência e medicamentos genéricos, sujeitos a arbitragem necessária nos termos da Lei n.º 62/2011, de 12 de dezembro.

Fonte: https://www.arbitrare.pt

ARCE

Acordo de Racionalização do Consumo de Energia

Relacionado com
PREn
DGEG

Associação

"Associação é uma organização resultante da reunião legal entre duas ou mais pessoas, com ou sem personalidade jurídica, para a realização de um objetivo comum.
É dotada de património e movimentação financeira, porém não poderá repartir o retorno económico entre os associados, uma vez que será usado no fim da associação. 
A palavra associativismo designa, por um lado, a prática social da criação e gestão das associações (organizações providas de autonomia e de órgãos de gestão democrática: assembleia geral, direção, conselho fiscal) e, por outro lado, a apologia ou defesa dessa prática de associação, enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas (os sócios) para a obtenção de finalidades comuns. "

Fonte: CM Matosinhos

Atividade Económica

Uma atividade resulta de uma combinação de recursos, tais como equipamentos, mão-de-obra, técnicas de fabricação, redes de informação e produtos, que conduzem à criação de bens ou de serviços determinados. Qualquer atividade se caracteriza por uma entrada de produtos (bens ou serviços), um processo de produção e uma saída de produtos.

Fonte: Sistema Europeu de Contas

Atividades de Inovação

Todas as atividades de carácter científico, tecnológico, organizacional, financeiro e comercial, incluindo investimento em novo conhecimento, direcionado para a implementação de inovações.

Fonte: OCDE, 2005

Ativo corrente

Ativos que não têm caráter duradouro ou permanente numa empresa. São ativos de curto prazo e de maior liquidez, tais como os depósitos à ordem, os débitos sobre terceiros e as existências.

Fonte: PortugalVentures

Ativo intangível

Ativo não monetário identificável sem substância física ou incorpóreo, tais como software, licenças e patentes.

Fonte: PortugalVentures

Ativos corpóreos

Ativos constituídos por terrenos, edifícios e instalações, máquinas e equipamentos.

Fonte: PortugalVentures

Auditoria

Uma auditoria é um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas numa organização, num determinado departamento ou na cadeia de fornecimento. As auditorias servem para verificar se os processos estão de acordo com o planeado e se todas as normas foram implementadas em conformidade com o estabelecido.

Fonte: APCER

Aviso de Candidatura

Documentos disponibilizados publicamente que são lançados pelas Autoridades de Gestão dos Programas Operacionais financiadores e definem as regras-base de desenvolvimento e de aceitação de uma candidatura, de aprovação de candidaturas e de atribuição de financiamentos.

B

Bacharelato ou Equivalente (ISCED 6)

Programas muitas vezes concebidos para dar aos participantes com conhecimentos académicos intermédios e/ou profissionais, competências e capacidades conducentes a um primeiro grau ou a uma qualificação equivalente. A este nível, os programas são habitualmente baseados em teoria, podendo, porém, incluir componentes práticas e contêm a mais atualizada informação, investigação e/ou a melhor prática profissional.

Fonte: UNESCO

Balanced Scorecard

O Balanced Scorecard (BSC) é uma ferramenta de planeamento estratégico, de gestão e de suporte à decisão, criada em 1992, na Harvard Business School, pelo professor Robert Kaplan e pelo consultor David Norton, com o objetivo de avaliar e medir o desempenho de uma organização através de objetivos e indicadores mensuráveis e qualificáveis, e organizados em 4 perspetivas (Financeira, Clientes, Processos Internos e Aprendizagem e Crescimento).

Fonte: APCER

Balanço

Documento contabilístico que reflete a situação financeira de uma empresa num determinado momento, registando os seus bens e os direitos (ativo), o capital próprio, e as obrigações da empresa perante terceiros (passivo).

Fonte: PortugalVentures

Balcão único

www.portaldaempresa.pt é o endereço da página principal do balcão único onde pode obter informações sobre o início de uma atividade ou a prestação de serviços em Portugal.

BEI

Banco Europeu de Investimento

O BEI não dá empréstimos diretamente às PME, fazendo acordos de linhas de crédito com os bancos a operar em Portugal que, por sua vez, os disponibilizam às empresas.

Benchmarking

"processo contínuo e sistemático que permite a comparação das performances das organizações e respetivas funções ou processos face ao que é considerado 'o melhor nível', visando não apenas a equiparação dos níveis de desempenho, mas também a sua ultrapassagem".

Fonte: Comissão Europeia (1996)

BIC Portugueses

Os Business Innovation Centres (BIC) são instituições de apoio aos Empreendedores Inovadores e às Pequenas e Médias Empresas (PME's), reconhecidos pela Comissão Europeia e coordenados pela EBN - European Business Centre Network.
Os BIC têm como missão a promoção do Empreendedorismo e da Inovação Empresarial, através do apoio à criação e modernização das PME's. Constituindo-se como centros de conhecimento e competências, assumem o papel de agentes impulsionadores do desenvolvimento regional.

Fonte: Business Innovation Centres (BIC)

BIM

Building Information Modeling

Bootstrap

Prática usada na criação de um negócio através de recursos próprios, sem investidores.

Fonte: PortugalVentures

Break-even (Ponto crítico)

Ponto a partir do qual a empresa começa a apresentar resultados de exploração positivos. Quanto mais baixo for o ponto crítico de uma empresa, mais facilmente a empresa o consegue atingir e menor será o seu risco económico.

Fonte: PortugalVentures

Burn Rate

É um método de medição temporal que indica a taxa com que uma startup gasta o capital de exploração/capital próprio.

Fonte: Portugal Ventures

Business Angels

Investidor individual que investe diretamente o seu próprio dinheiro predominantemente em empresas em fase de arranque (seed) ou startup. Os BA tomam as suas próprias decisões de investimento e são financeiramente independentes, ou seja, uma possível perda total de seus investimentos de BA não vai mudar significativamente a situação económica dos seus ativos. Os BA, para além de investimento, fazem o acompanhamento e dão apoio estratégico aos empreendedores. São também conhecidos como Investidores Informais em Capital de Risco.

Fonte: PortugalVentures

C

Candidatura

Pedido formal de apoio financeiro comunitário apresentado pelo beneficiário final (ou destinatário individual, no caso de regimes de auxílios) ao gestor de uma intervenção operacional, através do preenchimento de um formulário tipo (que poderá ter formato eletrónico), no qual é, nomeadamente, descrita a operação a financiar, os seus objetivos, a sua sustentabilidade, o calendário de execução e a programação financeira.

Fonte: Eurocid

Centro de arbitragem

Um centro de arbitragem é uma instituição de caráter permanente, com regulamentos próprios, competente para promover a resolução de litígios através de meios extrajudiciais como a mediação, a conciliação e a arbitragem.

A mediação e a conciliação são formas amigáveis de resolução de litígios em que se procura alcançar um acordo entre as partes, com a intervenção de uma terceira pessoa, habilitada a exercer as funções de mediador ou de conciliador.

A arbitragem constitui uma forma de resolução alternativa de litígios através da qual um terceiro neutro e imparcial - o árbitro - escolhido pelas partes ou designado pelo centro, julga os litígios nos mesmos termos em que o faria um juiz de um tribunal estadual.

Fonte: https://www.arbitrare.pt

Certificado de Origem

O Certificado de Origem permite aos exportadores nacionais atestar a origem dos seus produtos. É um documento fornecido pelo exportador e utilizado pelo importador, para comprovação da origem da mercadoria.

Fonte: AEP

Coaching

No âmbito do Projeto Novo Rumo a Norte recorre-se à modalidade de Coaching Empresarial como sendo o processo de consultoria que possibilita ao empreendedor um melhor conhecimento de si mesmo e o contacto com ferramentas de desenvolvimento humano, para que possa tomar decisões determinantes para o desenvolvimento do seu negócio ou criação de um novo e alinhar as suas equipas com os demais processos em curso na empresa.

Coaching Empresarial

O Coaching empresarial é uma excelente ferramenta de capacitação de colaboradores que, no mercado de trabalho atual, estão cada vez mais sujeitos à pressão, mudanças inesperadas e mercados cada vez mais exigentes.

Resumidamente, o coaching empresarial representa uma modalidade do coaching direcionada para empresários e que tem o objetivo primordial de os ajudar a desenvolver novas habilidades e/ou competências (técnicas ou pessoais) para melhorar a sua performance profissional.

Algumas das áreas que são normalmente exploradas no coaching são as competências na área de gestão de conflitos, apresentações em público, delegação de tarefas, gestão do stress e ansiedade, resolução de problemas, gestão de tempo, organização de reuniões eficazes e tomada de decisões.


Fonte: NOS

Cofinanciamento

Parcela da despesa elegível ou da despesa pública elegível financiada pelos fundos comunitários.

Fonte: Eurocid

Concursos públicos

São procedimentos em que qualquer operador económico interessado pode apresentar uma proposta.

Consultor

«Consultor», aquele que detém o conhecimento e a experiência técnica necessários à elaboração e implementação de intervenções de aconselhamento visando o desenvolvimento organizacional ou mudanças societais, designadamente no âmbito da formação -ação, bem como os que intervenham como prestadores de serviços de consultoria de projetos promovidos por um beneficiário, independentemente da sua natureza;

Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

Consultoria

A Consultoria corresponde normalmente a um serviço de aconselhamento externo numa área de especialidade específica. Passa frequentemente por um diagnóstico e formulação de soluções apresentadas por um profissional detentor desse conhecimento.

Contribuição privada

A parcela do custo total elegível aprovado que é financiada pelas entidades beneficiárias, nos termos e de acordo com a taxa fixada nos regulamentos
específicos dos programas operacionais ou determinada no respeito pelas normas aplicáveis em matéria de auxílios de Estado.

Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

COSME

COSME (EN) é a sigla do Programa para a Competitividade das Empresas e Pequenas e Médias Empresas. É gerido pela Comissão Europeia, sendo um programa novo concebido especificamente para apoiar as PME. O COSME visa melhorar o acesso das PME ao financiamento e aos mercados, apoiar os empresários e promover condições mais favoráveis para a criação de empresas e o crescimento.

Fonte: IAPMEI

Coworking

Espaço de trabalho partilhado por empreendedores. O objetivo passa por partilhar todos os recursos necessários ao funcionamento de uma empresa ou projeto, o que, na maioria dos casos, permite um ambiente mais informal.

Fonte: Portugal Ventures

CRE

Classificação, Rotulagem e Embalagem de substâncias e misturas perigosas

Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho

Crowdfunding

Um método de financiar uma empresa ('equity crowdfunding') ou a fabricação de produto ('reward crowdfunding') através da angariação de pequenas contribuições de um número grande de pessoas (a 'multidão'), normalmente feito através da internet.

Fonte: Portugal Ventures

Custo elegível

O custo real incorrido, enquadrável no âmbito do artigo 11.º, que respeita os limites máximos previstos no presente regulamento ou na regulamentação
específica aplicável a uma operação e reúne as demais condições fixadas na legislação nacional e comunitária aplicável.

Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

Custo Total Elegível

Total da despesa pública elegível e da despesa que, embora elegível, não foi objeto de comparticipação financeira. A despesa elegível não comparticipada é, à semelhança da despesa não elegível, suportada integralmente beneficiário final (ou destinatário individual, no caso de regimes de auxílios).

Fonte: Eurocid

Custo total elegível aprovado

Parcela do custo elegível aprovada nos termos da legislação nacional e comunitária aplicável, antes da dedução de eventuais receitas e da contribuição privada.

Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

D

DESI

Digital Economy and Society Index

Despesa elegível

Despesa efetivamente paga, perfeitamente identificada e claramente associada à concretização de uma operação, cuja natureza e data de realização respeitem a regulamentação específica do programa operacional em causa, bem como as demais regras nacionais e comunitárias aplicáveis.

Fonte: Eurocid

DIGESTO

Sistema Integrado para o Tratamento da Informação Jurídica, visa o tratamento da informação legislativa, regulamentar e doutrinária do ordenamento jurídico português, destinado a apoiar o Governo bem como a comunidade jurídica do sector público e privado.

Digital Economy and Society Index (DESI)

índice composto que resume indicadores relevantes sobre o desempenho digital da Europa e acompanha a evolução dos Estados-Membros da UE na competitividade digital.

DLRR

O DLRR constitui um regime de incentivos fiscais ao investimento em favor de micro, pequenas e médias empresas aprovado nos termos do Regulamento Geral de Isenção por Categoria (RGIC).

Doutoramento ou Equivalente (ISCED 8)

Programas concebidos principalmente para conduzir a uma qualificação avançada de investigação. A este nível, os programas ISCED dedicam-se ao estudo avançado e à investigação original e são habitualmente facultados apenas por instituições de ensino superior orientadas para a investigação, como as universidades. Existem programas de doutoramento tanto em áreas académicas como profissionais.

Fonte: UNESCO

E

Early Stage

Fase inicial do ciclo de vida de uma empresa que compreende as fases Seed e Startup e, em geral, decorre até se iniciarem vendas recorrentes de produtos/serviços.

Fonte: Portugal Ventures

EASME

A Agência de Execução para as Pequenas e Médias Empresas (EASME) foi criada pela Comissão Europeia para gerir em seu nome vários programas da UE.

e-Certis

O e-Certis é um guia para os diferentes documentos e certificados exigidos nos contratos públicos às empresas concorrentes e candidatas, em qualquer país da UE.

Auxilia:
•As empresas a identificar quais os documentos e certificados que deverão apresentar ao submeter propostas para a celebração de um contrato público de um Estado-Membro
•As entidades adjudicantes a reconhecerem os documentos que deverão exigir aos concorrentes e candidatos nacionais de outro Estado-Membro.

Fonte: http://ec.europa.eu/markt/ecertis/searchDocument.do?selectedLanguage=pt

ECHA

Agência Europeia dos Produtos Químicos

e-GAR

Guia Eletrónica de acompanhamento de resíduos.

Define as regras aplicáveis ao transporte rodoviário, ferroviário, fluvial, marítimo e aéreo de resíduos em território nacional e cria as guias eletrónicas de acompanhamento de resíduos (e-GAR), a emitir no Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER).

Portaria n.º 145/2017, de 26 de abril

EIT

Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia

Eixo Prioritário

É uma das prioridades da estratégia de um programa operacional, incluindo um grupo de operações relacionadas entre si e com objetivos específicos quantificáveis.

Fonte: Eurocid

Elegibilidade

Conformidade face ao quadro regulamentar de uma intervenção. Aplica-se tanto às despesas (a natureza, montante ou data de realização), como aos projetos, aos beneficiários ou aos domínios de intervenção (áreas geográficas, setores de atividade).

Fonte: Eurocid

EMCE

Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas (EMCE)

relaciona com Programa Capitalizar

Empresa Média

Empresa que emprega entre 50 a 249 pessoas e cujo volume de negócios anual varia entre 10 e 50 milhões de euros ou o balanço total anual varia entre 10 e 43 milhões de euros.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

Encargos gerais/Overheads

Encargos indiretos atribuídos a um projeto determinado. A título de exemplo, são elegíveis no âmbito do Objetivo da cooperação territorial europeia desde que tenham como base os custos reais, efetivamente pagos, relacionados com a implementação do projeto e sejam atribuídos à operação através de um método pro rata justo, equitativo e devidamente justificado. Podem incluir, por exemplo, rendas, eletricidade, aquecimento, água, limpeza, custos operacionais com equipamentos elétricos e eletrónicos, comunicações.

Fonte: Eurocid

Ensino Básico - 1.º e 2.º Ciclo (ISCED 1)

Programas habitualmente concebidos para proporcionar aos alunos competências fundamentais de leitura, escrita e matemática e estabelecer alicerces sólidos para aprender e compreender áreas fulcrais de conhecimento, desenvolvimento pessoal e social, preparando-os para o nível inicial do ensino secundário. Centra-se na aprendizagem a um nível básico de complexidade com pouca, ou nenhuma, especialização. A idade habitual ou legal de ingresso é geralmente mais de 5 anos mas menos de 7 anos de idade. Este nível dura habitualmente seis anos, embora a sua duração possa variar entre quatro e sete anos.

Fonte: UNESCO

Ensino Básico - 3.º Ciclo (ISCED 2)

Programas habitualmente concebidos para prosseguir e desenvolver os resultados de aprendizagem do nível 1 da ISCED. O objetivo consiste, geralmente, em construir os alicerces para uma aprendizagem e desenvolvimento humano duradouros sobre os quais os sistemas educativos possam depois dar lugar a mais oportunidades educativas. Alguns sistemas educativos podem já proporcionar programas de orientação vocacional no nível 2 da ISCED, oferecendo aos indivíduos competências relevantes para o emprego. Os programas, a este nível, são geralmente organizados com um currículo mais orientado para uma determinada matéria, apresentando conceitos teóricos entre um vasto leque de matérias. Os professores têm habitualmente formação pedagógica em matérias específicas e, mais frequentemente do que no nível 1 da ISCED, uma turma de alunos pode ter vários professores com conhecimento especializado sobre as matérias que ensinam. Os alunos ingressam no nível 2 da ISCED habitualmente entre os 10 e os 13 anos de idade (sendo os 12 anos a idade mais frequente). O final deste nível coincide frequentemente com o fim da escolaridade obrigatória nos países em que esta exista.

Fonte: UNESCO

Ensino Pós-Secundário Não Superior (ISCED 4)

Faculta experiências de aprendizagem com base no ensino secundário, preparando para a entrada no mercado de trabalho bem como no ensino superior. Tem como objetivo a aquisição individual de aprendizagem, competências e capacidades abaixo do nível de complexidade característica do ensino superior. Os programas do nível 4 da ISCED são habitualmente concebidos para proporcionar aos indivíduos que completaram o nível 3 da ISCED qualificações não-superiores necessárias para avançar para o ensino superior ou para emprego quando a sua qualificação de nível 3 da ISCED não lhes assegura acesso. Os alunos que terminaram os programas de nível 3 geral da ISCED podem, por exemplo, optar por obter uma qualificação vocacional não-superior; ou os que terminaram programas vocacionais de nível 3 da ISCED podem optar por melhorar o seu nível de qualificações ou por uma especialização. O conteúdo dos programas do nível 4 da ISCED não é suficientemente complexo para ser visto como ensino superior, embora seja claramente pós-secundário.

Fonte: UNESCO

Ensino Secundário (ISCED 3)

Programas habitualmente concebidos para terminar o ensino secundário como preparação para o ensino superior ou proporcionar competências relevantes para o emprego, ou ambos. Neste nível, os programas oferecem aos alunos um ensino mais variado, especializado e aprofundado do que os programas do nível 2 da ISCED. São mais diferenciados, oferecendo um leque de opções e tendências mais amplo. Os professores são frequentemente altamente qualificados nas matérias ou áreas de especialização que ensinam, particularmente nos níveis mais elevados. Os alunos ingressam neste nível habitualmente entre os 14 e os 16 anos de idade.

Fonte: UNESCO

Ensino Superior (ISCED 5 a 8)

Assenta no ensino secundário, facultando atividades de aprendizagem em áreas especializadas. O seu propósito é a aprendizagem a um alto nível de complexidade e especialização. O ensino superior inclui o que é habitualmente entendido como educação académica, mas inclui também educação vocacional ou profissional avançada. Abrange os níveis 5, 6, 7 e 8 da ISCED, que são rotulados como ensino superior de ciclo curto, bacharelatos ou nível equivalente, mestrados ou nível equivalente, e doutoramentos ou nível equivalente, respetivamente. O conteúdo dos programas no ensino superior é mais complexo e avançado do que em níveis inferiores da ISCED.

Fonte: UNESCO

Ensino Superior de Curta Duração (ISCED 5)

Programas muitas vezes concebidos para proporcionar aos participantes conhecimento, competências e capacidades a nível profissional. Habitualmente, baseiam-se na prática, são específicos do ponto de vista ocupacional e preparam os alunos para entrarem no mercado de trabalho. Contudo, estes programas podem também facultar uma via para outros programas de ensino superior.

Fonte: UNESCO

Entidades da Economia Social

Organizações que procuram resolver problemas da sociedade, em particular aqueles problemas que afetam populações mais excluídas, desprotegidas, negligenciadas ou discriminadas. Estas organizações podem ter um conjunto variado de estruturas legais, incluindo Associação, Fundação, Cooperativa, Misericórdia, Associações Mutualistas. O financiamento destas organizações é um dos objetivos centrais do investimento social.

Fonte: Portugal Inovação Social

Equity Crowdfunding

Modalidade de crowdfunding em que os financiadores recebem uma participação social no capital da empresa e esperam, no futuro, vir a receber dividendos ou a realizar uma mais valia na alienação dessa participação social.

ERICENA

European Research and Innovation Centre of Excellence

ESENER

Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos Novos e Emergentes da EU-OSHA

ESENER-2 (2014)

Espírito empresarial

O espírito empresarial é a atitude mental e o processo para a criação e o desenvolvimento de atividades económicas, combinando o risco e a criatividade e/ou a inovação com uma gestão rigorosa, no âmbito de um organismo novo ou já existente.

Fonte: Livro Verde "Espirito Empresarial na Europa", Comissão Europeia

Estatuto exportador online

Formulário eletrónico com o pedido destinado a ser preenchido pelas empresas que pretendam solicitar o estatuto de exportador autorizado para efeitos de emissão de provas de origem, substituindo o atual formulário em papel.

Estrutura de Missão Portugal Inovação Social (EMPI

Entidade pública criada pela Resolução de Conselho de Ministros nº 73-A/2014 que tem como missão dinamizar um ecossistema de entidades parceiras que capacitem, financiem e acompanhem Iniciativas de Inovação e Empreendedorismo Social, ajudando-as a atingir uma escala maior e mais impacto.

EUIPO

Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia

EURES

O Portal Europeu da Mobilidade Profissional.

A EURES presta os seus serviços através do portal e de uma rede humana de cerca de 1000 conselheiros EURES, os quais estão em contacto diário com os candidatos a emprego e os empregadores espalhados pela Europa.

Fonte: Portal EURES

Europass

Conjunto de instrumentos e serviços que favorecem a transparência das competências e das qualificações em toda a União Europeia.

Excedente Bruto de Exploração

O excedente bruto de exploração (EBE) é quanto resta, ou não, da riqueza gerada pela produção, depois de pagar a mão-de-obra e os impostos devidos.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

Exportação

A exportação é sobretudo a venda de bens e de serviços ao estrangeiro. As despesas que os turistas estrangeiros fazem no país, tais como as realizadas nos hotéis, nos restaurantes ou em lazer, são consideradas exportações.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

F

Factoring

Atividade de uma instituição financeira especializada na compra de créditos que diversas empresas detêm sobre os respetivos clientes e respetiva cobrança, assumindo o risco de incumprimento pelos devedores.

Fonte: http://www.bportugal.pt/pt-PT/Glossarios

Fatura Única Portuária

Fatura única por escala de navio, passando a ser uma única entidade a emitir a fatura de todas as entidades do Estado nos portos comerciais, alargando assim o projeto-piloto, que ocorre no Porto de Sines, a outros portos nacionais.
Agrega a faturação de todas as entidades públicas prestadoras de serviços aos navios, no ato de despacho de largada, para cada escala de navio.

Medida Simplex+

FC: Fundo de Coesão

Este fundo destina-se aos países cujo PIB médio por habitante é inferior a 90% da média comunitária. O Fundo de Coesão tem por finalidade conceder financiamentos a favor de projetos de infraestruturas nos domínios do ambiente e dos transportes. Contudo, o apoio do Fundo de Coesão está sujeito a determinadas condições. Se o défice público de um Estado Membro beneficiário exceder 3% do PIB nacional (regras de convergência da UEM), nenhum novo projeto será aprovado enquanto o défice não estiver outra vez sob controlo.

Fonte: Eurocid

FEE

Fundo de Eficiência Energética

O Fundo de Eficiência Energética (FEE), através do Decreto-Lei n.o 50/2010, constitui um instrumento financeiro capaz de financiar os programas e medidas previstas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) em todas as suas linhas de atuação.

Fonte: http://www.pnaee.pt/fee#sobreofee

FEEI

Fundos Europeus estruturais e de Investimento (ESIF ou ESI Funds)

- FSE: Fundo Social Europeu (ESF)
- FEDER: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (ERDF)
- FC: Fundo de Coesão (CF)
- FEADER: Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (EAFRD)
- FEAMP: Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas (EMFF)

FEIE

O FEIE, que é o motor do Plano de Investimento para a Europa, visa colmatar as atuais deficiências do mercado, preenchendo as lacunas detetadas e mobilizando o investimento privado.

O FEIE apoiará investimentos estratégicos em domínios fundamentais, como as infraestruturas, a educação, a investigação e a inovação, bem como o financiamento de risco para as pequenas empresas.

Fonte: https://ec.europa.eu/priorities/jobs-growth-and-investment/investment-plan_pt

FIEAE

Fundo Imobiliário Especial de Apoio às Empresas (FIEAE) foi criado pelo Decreto -Lei n.º 104/2009, de 12 de maio, tendo como principais objetivos o apoio de empresas economicamente viáveis, ainda que enfrentando eventuais dificuldades financeiras, apostando por este modo no seu saneamento, na sua estabilização e consolidação, na sua modernização e eventual redimensionamento e, em qualquer caso, na criação, manutenção e qualificação do respetivo emprego;

Financiamento colaborativo (Crowdfunding)

O financiamento colaborativo é o tipo de financiamento de entidades, ou das suas atividades e projetos, através do seu registo em plataformas eletrónicas acessíveis através da Internet, a partir das quais procedem à angariação de parcelas de investimento provenientes de um ou vários investidores individuais.

São modalidades de financiamento colaborativo:
a) O financiamento colaborativo através de donativo, pelo qual a entidade financiada recebe um donativo, com ou sem a entrega de uma contrapartida não pecuniária;
b) O financiamento colaborativo com recompensa, pelo qual a entidade financiada fica obrigada à prestação do produto ou serviço financiado, em contrapartida pelo financiamento obtido;
c) O financiamento colaborativo de capital, pelo qual a entidade financiada remunera o financiamento obtido através de uma participação no respetivo capital social, distribuição de dividendos ou partilha de lucros;
d) O financiamento colaborativo por empréstimo, através do qual a entidade
financiada remunera o financiamento obtido através do pagamento de juros fixados no momento da angariação.

Lei n.º 102/2015 de 24 de agosto

FITEC

Fundo de Inovação, Tecnologia e Economia Circular

(ver Programa Interface)

Fonte de Energia Renovável

Fonte de energia não fóssil e não mineral, renovável a partir dos ciclos naturais.
As fontes de energia renováveis incluem a biomassa, a energia hidráulica, a energia geotérmica, a energia eólica e a energia solar.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

Formação Modular

A formação modular é composta por sucessivos cursos independentes e de curta duração que se designam por módulos. É uma das formas de empregados e desempregados se qualificarem profissionalmente, permitindo a cada aluno definir o percurso formativo que melhor se adapta às suas necessidades.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

Formador

Aquele que, devidamente certificado de acordo com o exigido na legislação nacional aplicável nesta matéria, intervém na realização de uma ação de formação, efetua intervenções teóricas ou práticas para grupos de formandos, prepara, desenvolve e avalia sessões de formação, utilizando técnicas e materiais didáticos adequados aos objetivos da ação, com recurso às suas competências
técnico pedagógicas, podendo ser -lhe atribuídas outras designações, nomeadamente professor, monitor, animador ou tutor de formação.


Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

Formador externo

Aquele que, devidamente certificado de acordo com o exigido na legislação nacional aplicável nesta matéria, intervém na realização de uma ação de formação, efetua intervenções teóricas ou práticas para grupos de formandos, prepara, desenvolve e avalia sessões de formação, utilizando técnicas e materiais didáticos adequados aos objetivos da ação, com recurso às suas competências
técnico pedagógicas, podendo ser -lhe atribuídas outras designações, nomeadamente professor, monitor, animador ou tutor de formação, não tendo vínculo laboral ao beneficiário.


Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

Fundos Europeus Estruturais e de Investimento

Para o período 2014-2020, os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) correspondem aos 5 Fundos do Quadro Estratégico Comum (QEC), a saber:
- Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)
- Fundo Social Europeu (FSE)
- Fundo de Coesão (FC)
- Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER)
- Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas (FEAMP)].

Por sua vez o QEC traduz os objetivos e as prioridades da Estratégia Europa 2020 em prioridades de investimento (no fundo corresponde a uma versão reforçada das Orientações Comunitárias para a Política de Coesão adotadas para o período 2007-2013).

Fonte: Eurocid

G

Gestão ambiental

A gestão ambiental não é mais do que um sistema voltado para a sustentabilidade. Visa o uso de práticas e métodos que permitem reduzir ao máximo o impacte ambiental das atividades económicas nos recursos naturais.

Fonte: APCER

Grau de Exposição ao Comércio Internacional

O grau de exposição ao comércio internacional avalia em que medida cada produto está exposto à concorrência internacional, seja pela exportação de produção nacional, seja pela concorrência com importações no mercado interno. Quanto mais alta é a percentagem obtida por um produto, mais relevantes são as trocas internacionais desse produto.

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

H

I

I&D+i

Investigação e Desenvolvimento e Inovação

I&DT

Investigação e Desenvolvimento Tecnológico

IES

INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA

A IES, criada pelo Decreto-Lei n.º 8/2007, de 17 de janeiro, recentemente alterado pelo Decreto-lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, consiste numa forma de entrega, por via eletrónica e de forma totalmente desmaterializada, de obrigações declarativas de natureza contabilística, fiscal e estatística, as quais correspondem:
- à entrega da declaração anual de informação contabilística e fiscal prevista na alínea c) do n.º 1 do artigo 117.º e 121.º do Código do Imposto sobre Pessoas Coletivas (CIRC) e no n.º 1 do artigo 113.º do Código do Imposto sobre Pessoas Singulares (CIRS), neste último caso, quando respeite a pessoas singulares titulares de estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada (EIRL);
- ao registo da prestação de contas;
- à prestação de informação de natureza estatística ao Instituto Nacional de Estatística;
- à prestação de informação, relativa a dados contabilísticos anuais para fins estatísticos, ao Banco de Portugal;
- à prestação de informação de natureza estatística à Direção Geral das Atividades Económicas, para os efeitos previstos no regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 janeiro.

Em http://www.ies.gov.pt/site_IES/site/ficheiros/IES-PF-AmbitoGeral.pdf

Impostos Indirectos

Os impostos indirectos são pagamentos obrigatórios sobre o que as empresas e as famílias gastam, como é o caso do imposto sobre o valor acrescentado (IVA), sobre os produtos petrolíferos e o tabaco, ou do imposto de selo.

Inbound Marketing

Forma de pensar relativamente nova, baseada na ideia de criação e partilha de um conteúdo de qualidade direcionado para um público-alvo, utilizando táticas de marketing online. O importante é qonuistar o interesse das pessoas em vez de as "comprar".

Fonte: Revista Dirigir & Formar

Incoterm 2010

Antes de considerar um transporte de mercadorias para o estrangeiro, importa responder a esta questão importante: em que momento os riscos e custos passam a ser responsabilidade do comprador? Em 1936, pela primeira vez, a Câmara de Comércio Internacional (CCI), situada em Paris, publica sob a designação de Incoterms 1936 (INternational COmmercial TERMS), uma série de regras internacionais para responder a esta questão. De modo a adaptar estas regras às práticas comerciais internacionais mais recentes, foram introduzidas várias alterações às regras de 1936, chegando-se assim actualmente aos Incoterms 2010 que sucedem aos Incoterms 2000. As últimas alterações aplicáveis desde 1 de Janeiro de 2011 referem-se principalmente à supressão de quatro Incoterms - DEQ, DES, DAF e DDU – e à introdução de dois novos Incoterms: DAT (Entregue no Terminal) e DAP (Entregue no local de destino).

Incubadoras de empresas

Normalmente usam dinheiro público para incentivar projetos numa área considerada crítica na região ou no país. Têm equipas de gestores com experiência, capazes de apoiar a criação e instalação física da empresa, o desenvolvimento e implementação das estratégias, facilitar o acesso a fontes de financiamento e estabelecimento de parcerias, para que o negócio ganhe capacidade competitiva e consiga crescer fora da incubadora.

Fonte: Expresso

Indicadores económicos

Estatísticas chave que nos mostram a direção e tendência de uma determinada economia. Entre estes encontram-se a taxa de desemprego, a taxa de inflação, a utilização da capacidade produtiva e a balança comercial.

Fonte: http://economia.publico.pt/glossario/list/i

Indústria 4.0 (ou a 4ª Revolução Industrial)

Corresponde à era da Inteligência Artificial, da Robótica, Impressão 3D, da Nanotecnologia e da Internet das Coisas (IoT - Internet of Things) que combina estas tecnologias com diversos fatores no trabalho e nos produtos dos consumidores, alterando de forma inovadora e disruptiva a economia, o que terá um grande impacto tecnológico nas empresas e na forma como esta digitalização da economia afetará as pessoas e a sociedade.

Indústria 4.0, Call

Programa de investimento da Portugal Ventures dirigido a empreendedores e empresas com o objetivo de promover a criação de start-ups e spin-offs empresariais e universitárias no âmbito do conceito de Indústria 4.0, contribuindo para acelerar o desenvolvimento e modernização da indústria nacional, tornando-a mais produtiva e rica, eficiente, flexível, e globalmente competitiva.

Portugal Ventures

Indústria 4.0, Iniciativa do Ministério da Economia

Iniciativa do Ministério da Economia português - integrada na Estratégia Nacional para a Digitalização da Economia, com o principal objetivo de acelerar a adoção da indústria 4.0 pelo tecido empresarial português. Pretende gerar condições para o desenvolvimento da indústria e serviços nacionais no novo paradigma da Economia Digital.

http://www.industria4-0.cotec.pt

Iniciativa de Inovação e Empreendedorismo Social (

Iniciativas de inovação e empreendedorismo social são os projetos que propõem respostas inovadoras, que se distinguem das respostas tradicionais na resolução de problemas sociais, pelo seu potencial de impacto e sustentabilidade financeira. As IIES pretendem a prazo tornarem-se Inovações Sociais, ou seja pretendem demonstrar que são geradoras de mais valor do que as respostas tradicionais. Exemplo muito conhecido de uma IIES que se tornou numa grande organização de grande impacto e sustentabilidade é a Wikipedia, que revolucionou o acesso ao conhecimento, através de um modelo de enciclopédia online construída colaborativamente pelos utilizadores, à qual acedem mensalmente cerca de 500 milhões de pessoas.

Fonte: Portugal Inovação Social

InnovFin

Financiamento da UE para Inovadores.

Os instrumentos financeiros InnovFin visam facilitar e acelerar o acesso ao financiamento para empresas inovadoras e outras entidades na Europa, oferecendo opções de financiamento sob medida para uma ampla gama de clientes, de pequenas startups a grandes empresas ou instituições públicas que promovem atividades de I&I.

Inovação de Marketing

A Implementação de novos métodos de marketing, envolvendo melhorias significativas no design do produto ou embalagem, preço, distribuição e promoção.

Fonte: OCDE, 2005

Inovação do Processo

A implementação de novos ou significativamente melhorados, processos de produção ou logística de bens ou serviços. Inclui alterações significativas de técnicas, equipamentos ou software.”

Fonte: OCDE, 2005

Inovação Organizacional

A implementação de novos métodos organizacionais na prática do negócio, organização do trabalho e/ou relações externas.

Fonte: OCDE, 2005

INPI

Instituto Nacional da Propriedade Industrial

Insolvência

Verifica-se quando o devedor se encontra impossibilitado de cumprir pontualmente as suas obrigações, seja por carência de meios próprios, seja por falta de crédito. (metainformação – DGPJ/MJ)

Fonte: http://www.pordata.pt/Glossario

Investir

Em sentido económico, é fazer uma aplicação de capital com o objetivo de obter um retorno.

Fonte: http://economia.publico.pt/glossario/list/i

IoT

Acrónimo de Internet of Things

ISCED

Classificação Internacional Normalizada da Educação.

Classificação de referência para organizar programas de educação e respetivas qualificações por níveis de educação e áreas de estudo. A ISCED (CITE, em português) resultou de um acordo internacional e foi adotada formalmente pelos Estados-Membros da Conferência Geral da UNESCO.

A ISCED foi concebida para servir de quadro de referência para classificar as atividades educativas conforme definidas em programas e as qualificações resultantes no âmbito de categorias internacionalmente acordadas. A ISCED classifica programas de educação, no que respeita ao seu conteúdo, usando duas variáveis principais de classificação cruzada: níveis de educação e áreas de estudo. A ISCED 2011 apresenta uma revisão da classificação dos níveis de educação da ISCED 1997.

Fonte: UNESCO

ISO 9001

A certificação de acordo com a norma ISO 9001 é voltada para a organização interna das empresas, e implica um foco na melhoria contínua. Com isso, assegura-se que todos os processos da organização funcionam adequadamente, de modo a que o produto ou serviço final cumpra o esperado pelo cliente.

A certificação do Sistema de Gestão da Qualidade é dirigida a qualquer organização, pública ou privada, independentemente da sua dimensão e setor de atividade.

Fonte: APCER

ISP

Imposto sobre Produtos Petrolíferos

relacionado com
PREn- Plano de Racionalização Energética
DGEG- Direção-Geral de Energia e Geologia

J

Joint-Venture

Participação de várias empresas no capital de uma unidade económica juridicamente independente, com o fim de desenvolverem uma atividade produtiva e/ou comercial, dando assim origem à partilha do respetivo património, lucros e risco do negócio.

Fonte: PortugalVentures

K

KET

Key Enabling Technologies

Grupo de seis tecnologias: micro e nanoelectrónica, nanotecnologia, biotecnologia industrial, materiais avançados, fotónica e tecnologias avançadas de fabrico.

Eles têm aplicações em várias indústrias e ajudar a enfrentar os desafios societais. Os países e regiões que exploram plenamente as KETs estarão na vanguarda da criação de economias avançadas e sustentáveis.

Fonte: https://ec.europa.eu/growth/industry/key-enabling-technologies_pt

L

Lean management

Lean management é uma filosofia de gestão empresarial que tem como objetivo principal criar valor para a empresa através da redução de desperdício.

Princípios do Lean Management
•Redução de desperdícios;
•Redução de inventário e as necessidades a nível de espaço;
•Potencia a existências de sistemas de produção robustos;
•Desenvolve um adequado sistema de abastecimento, interno e externo;
•Melhora os layouts e aumenta a flexibilidade.

Fonte: http://www.economias.pt/lean-management/

Lean Production

A lean production é uma metodologia de linha de montagem desenvolvida originalmente pela Toyota na produção dos seus automóveis.

Os créditos da criação deste método vão para o engenheiro Taiichi Ohno, que desenvolveu os princípios de produção depois da 2ª Guerra Mundial, e que se guiou pela filosofia concentrada em eliminar o desperdício, dar poder aos trabalhadores, reduzir o inventário e melhorar a produtividade.

Assim, ao invés de manter recursos desnecessários na expectativa do que poderia vir a ser necessário na produção, a equipa da Toyota edificou parcerias com os fornecedores e, sob a direção de Ohno, tornou-se uma empresa de produtos “feitos por encomenda”.

Maximizando a utilização de funcionários multicapacitados, a empresa conseguiu estreitar a sua estrutura de gestão e focar os seus recursos de uma forma mais otimizada e flexível. Da mesma forma, e porque a empresa era capaz de fazer mudanças mais rápido, era geralmente capaz de responder mais rapidamente às necessidades do mercado do que a sua competição.

Muitas foram as indústrias e segmentos que já adotaram os princípios da lean production, que podem ser sumarizados em 10 regras básicas:

1 - Eliminar o desperdício
2 - Minimizar o inventário
3 – Maximizar o fluxo
4 – Determine a produção de acordo com a procura
5 – Responda às necessidades dos Consumidores
6 – Faça as coisas bem à primeira
7 – Dê poder aos seus trabalhadores/colaboradores
8 – Design para transições rápidas
9 – Crie parcerias com fornecedores
10 – Crie uma cultura de melhorias contínuas

Fonte: NOS

Lean Startup

O Lean Startup é uma abordagem ao desenvolvimento de negócio que se baseia nos princípios da lean production, uma metodologia que valoriza a capacidade de um negócio de mudar e adaptar-se rapidamente.

Neste sentido, uma Lean Startup tem uma estrutura de gestão plana, utilizando os seus recursos da forma mais flexível possível. Uma empresa destas será assim capaz de trocar ciclos de desenvolvimento rígidos, caros e longos por ciclos mais curtos, interativos e focados em três fases específicas: construir, medir e aprender.

Uma Lean Startup é capaz de construir um protótipo muito rapidamente, trazê-lo para o mercado para medir o seu grau de sucesso sem gastar recursos desnecessários e usar esses resultados para influir na próxima fase de construção e desenvolvimento. Desta forma, as empresas criam ordem no lugar do caos ao construir ferramentas que lhe permitem testar a sua visão continuamente e sem gastos excessivos.

O método do Lean Startup foi criado em 2008 por Eric Ryes, incluído no seu livro com o mesmo nome.

Fonte: NOS

Liquidação

O processo de liquidação de uma empresa através da venda de todos os seus ativos (tornando os líquidos).

Fonte: PortugalVentures

Lojas da Exportação

Existem 10 Lojas da Exportação em Portugal, enquadradas na Rede de Agências do IAPMEI e em articulação com a aicep Portugal Global.

As Lojas da Exportação têm como principal objetivo estratégico o alargamento da base exportadora nacional e inserem-se numa política de descentralização dos serviços de apoio, dos grandes centros urbanos, procurando-se um acompanhamento mais próximo e atento à realidade empresarial nacional.

Neste espaço de relacionamento com o tecido empresarial, as empresas poderão encontrar informação e esclarecimentos técnicos sobre produtos e serviços de suporte à estratégia de abordagem aos mercados internacionais.


PORTO
Rua Júlio Dinis, nº 748, 9º Dto
4100-442 Porto
T: 226 055 300
aicep@portugalglobal.pt

Fonte: AICEP

M

Marca registada

A marca é um sinal que identifica no mercado os produtos ou serviços de uma empresa, distinguindo-os dos de outras empresas.
Se a marca for registada, passa o seu titular a deter um exclusivo que lhe confere o direito de impedir que terceiros utilizem, sem o seu consentimento, sinal igual ou semelhante, em produtos ou serviços idênticos ou afins (ou seja, o registo permite, nomeadamente, reagir contra imitações).
Atenção! Em princípio, o registo apenas protege a marca relativamente aos produtos e aos serviços especificados no pedido de registo (ou a produtos ou serviços afins).
Isto significa, por exemplo, que uma empresa que detenha um registo de marca para assinalar computadores pode reagir contra o uso de uma marca igual ou semelhante por uma empresa que preste serviços de reparação de computadores, mas já não o poderá fazer, em princípio, contra a utilização dessa marca por outra empresa que fabrique aspiradores.

Fonte: Instituto Nacional da Propriedade Industrial

Marcação CE

Muitos produtos só podem ser vendidos no EEE (UE + Islândia, Liechtenstein e Noruega) se ostentarem a marcação CE, que certifica que os mesmos foram avaliados e cumprem os requisitos da UE em matéria de segurança, saúde e proteção do ambiente. Isto aplica-se tanto a produtos fabricados no EEE como a produtos fabricados em países terceiros e comercializados no EEE.

Market Access Database

A Market Access Database é um serviço online interativo gratuito, onde as empresas da UE pode encontrar informações sobre as condições de importação para mais de 100 países .

Mentoring

No âmbito do Projeto Novo Rumo a Norte considera-se Mentoring um processo de tutoria onde um profissional experiente e especialista aconselha e direciona outros profissionais para que se tornem empreendedores mais eficazes, tomando decisões e levando a cabo iniciativas que conduzam os seus projetos ao sucesso, apoiando-se na experiência de quem já conhece o caminho.

Mercado único europeu

No mercado único europeu, as pessoas, os bens, os serviços e os capitais podem circular tão livremente como se se tratasse de um único país. O reconhecimento mútuo desempenha um papel importante na supressão dos entraves ao comércio.

Os cidadãos europeus podem estudar, viver, fazer compras, trabalhar e reformar-se em qualquer país da UE e usufruir de produtos provenientes de toda a Europa.

Mestrado ou Equivalente (ISCED 7)

Programas muitas vezes concebidos para dar aos participantes com conhecimentos académicos avançados e/ou profissionais, competências e capacidades conducentes a um segundo grau ou a uma qualificação equivalente. A este nível, os programas são habitualmente baseados em teoria, podendo, porém, incluir componentes práticas e contêm a mais atualizada investigação e/ou a melhor prática profissional.

Fonte: UNESCO

Millennials

Indivíduos nascidos nos anos 80 e 90 e que são adultos (ou quase) na altura do novo milénio.

Modelo de Negócio

É a forma como a empresa vai criar valor, entregá-lo aos clientes e gerar rendimentos no processo.

Fonte: IAPMEI

MVP - Minimum Viable Product

Consiste numa versão mais simples de um produto, criada com o mínimo esforço e recursos, utilizada para o teste e validação do negócio.

Portugal Ventures

N

NDA (Non-Disclosure Agreement)

É um acordo de confidencialidade que os empreendedores assinam com os credores ou parceiros para se certificarem de que a sua ideia não será copiada ou fabricada por outros.

Fonte: PortugalVentures

Nível de ensino

A designação dos níveis de escolaridade está de acordo com a ISCED 2011.

NUT III

NUTS é o acrónimo de “Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos”, sistema hierárquico de divisão do território em regiões. Esta nomenclatura foi criada pelo Eurostat no início dos anos 1970, visando a harmonização das estatísticas dos vários países em termos de recolha, compilação e divulgação de estatísticas regionais.

Fonte: http://www.pordata.pt/O+que+sao+NUTS

O

OCDE

Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)
A OCDE foi criada em 1961 e é atualmente constituída por 34 Estados-Membros, estabelecendo relações frequentes com outros setenta países – integrando-se nestes as economias emergentes e em desenvolvimento –, organizações governamentais e não governamentais, bem como a sociedade civil.

A missão da OCDE é promover políticas que permitam:
- Alcançar o crescimento económico sustentado e o emprego e melhorar a qualidade de vida nos Estados-Membros mantendo a estabilidade financeira e assim contribuindo para o desenvolvimento da economia mundial;
- Apoiar a expansão económica sólida nos Estados-Membros e em outros países em processo de desenvolvimento económico e;
- Contribuir para o crescimento do comércio mundial numa base multilateral e não discriminatória.

Fonte: Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência

OMPI

Organização Mundial da Propriedade Intelectual

P

Pari Passu

Expressão latina que significa “em igual passo”, “simultaneamente”, “a par”, “ao mesmo tempo”, significando em termos financeiros, em igualdade de condições, de modo que todas as partes sejam tratadas da mesma maneira. Por exemplo, quando se diz “os investidores receberão/pagarão pari passu”, significa que estes receberão/pagarão proporcionalmente ao seu comprometimento de investimento.

Fonte: PortugalVentures

Passivo Corrente

Dívidas da empresa, que devem ser pagas num prazo inferior a doze meses.

Fonte: PortugalVentures

Patente

Uma patente e um modelo de utilidade são direitos exclusivos que se obtêm sobre invenções (soluções novas para problemas técnicos específicos).
Ou seja, é um contrato entre o Estado e o requerente através do qual este obtém um direito exclusivo de produzir e comercializar uma invenção, tendo como contrapartida a sua divulgação pública.
As invenções podem proteger-se através de duas modalidades de propriedade industrial:
•Patentes;
•Modelos de Utilidade.

Podem obter-se patentes para quaisquer invenções em todos os domínios da tecnologia, quer se trate de produtos ou processos, bem como para os processos novos de obtenção de produtos, substâncias ou composições já conhecidos.
No caso dos modelos de utilidade, embora os requisitos de proteção sejam muito semelhantes, não é possível proteger invenções que incidam sobre matéria biológica ou sobre substâncias ou processos químicos ou farmacêuticos.
Se a patente ou o modelo de utilidade forem concedidos, passa o seu titular a deter um exclusivo que lhe confere o direito de impedir que terceiros, sem o seu consentimento, fabriquem artefactos ou produtos objeto de patente, apliquem os meios ou processos patenteados, importem ou explorem economicamente o produtos ou processos protegidos.

Fonte: INPI

PERES

Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES)

Entrou em vigor no dia 4 de novembro de 2016 e prevê a dispensa total dos juros de mora, dos juros compensatórios e das custas do processo de execução fiscal, se a dívida for paga na totalidade, ou a sua dispensa parcial, caso o pagamento da dívida ocorra em prestações.

PIC

Prévia Informação e Consentimento no comércio internacional de substâncias e misturas químicas e pesticidas perigosos.

PIC

Pitch

Comunicação sumária, normalmente de 3 a 5 minutos, de uma proposta de valor de uma ideia de negócio, com o objetivo de encontrar um potencial investidor ou parceiro.

Fonte: PortugalVentures

Plano de Investimento para a Europa

O Plano de Investimento para a Europa (também conhecido por "plano Juncker") visa mobilizar pelo menos 315 mil milhões de euros em investimentos públicos e privados ao longo de um período de três anos. Os seus objetivos são:
estimular o investimento, aumentar a competitividade e apoiar o crescimento económico da UE a longo prazo

O plano foi proposto pela Comissão Europeia em novembro de 2014, depois de o Conselho Europeu de junho de 2014 ter apelado a que fosse resolvido o problema dos baixos níveis de investimento na UE, a fim de estimular o crescimento e o emprego.

Plano de Negócios

Um Plano de Negócios é um Plano base, essencial para a estruturação e defesa de uma nova ideia de negócios.
Deve ser um Plano que se foque nas linhas essenciais do projecto, que defina a alocação dos vários tipos de recursos, que esteja concebido para concretizar a ideia que se pretende implementar e para solucionar os problemas que inevitavelmente aparecerão.

Deverá incluir um sumário, um objectivo, a identificação dos factores-chave para o projecto ser bem sucedido e análises de mercado e análises financeiras que sustentem devidamente a ideia que se pretende desenvolver.

Plano Nacional de Reformas (PNR)

o Programa Nacional de Reformas foi apresentado em abril de 2016,

Com um orçamento total previsto de vinte e cinco mil milhões de euros e um total de 139 medidas, o PNR define metas e um calendário para a sua implementação, em torno de 6 áreas principais:
(i) Qualificação dos Portugueses;
(ii) Inovação na Economia;
(iii) Valorização do Território;
(iv) Modernização do Estado;
(v) Capitalização das Empresas;
(vi) Reforço da Coesão e da Igualdade social.

Plataforma OiRA

OiRA é uma plataforma on-line Europeia para criar ferramentas de avaliação de risco sectoriais livres e fáceis de usar para pequenas e microempresas.

Usada por sectoriais parceiros sociais (organizações de empregadores e empregados) e as autoridades nacionais (ministérios, da Inspeção do Trabalho, institutos de SST, etc.) para produzir ferramentas de avaliação de risco específico do setor de segmentação pequenas empresas.

PME Investimentos

Sociedade financeira do setor empresarial do Estado, sujeita à supervisão do Banco de Portugal, e tem por missão promover a dinamização e o alargamento da oferta de financiamento a empresas do setor não financeiro, em particular PME, designadamente através da gestão de fundos especiais de investimento, veículos de políticas públicas para apoio ao financiamento das empresas, na dupla vertente de capital próprio e crédito.

PNAEE

Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética

PNAER

Plano Nacional de Ação para as Energias Renováveis

População ativa

População com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, constituía a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (população empregada e desempregada).

Fonte: http://smi.ine.pt/

PORDATA

A PORDATA, Base de Dados de Portugal Contemporâneo, é organizada e desenvolvida pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

A PORDATA dá corpo a uma das prioridades da Fundação: recolha, organização, sistematização e divulgação da informação sobre múltiplas áreas da sociedade, para Portugal, municípios e países europeus. As estatísticas divulgadas são provenientes de fontes oficiais e certificadas, com competências de produção de informação nas áreas respetivas. O esforço da Fundação consiste em recolher e organizar a informação disponível, tornando-a o mais possível clara e acessível. Acresce um trabalho importante na informação contextualizadora, a chamada “metainformação”, como parte indissociável dos dados, permitindo a sua adequada interpretação.

Portugal In

O Governo aprovou a 30/03/2017, em Conselho de Ministros, uma estrutura temporária designada por Portugal In, que terá como desígnio atrair para Portugal investimentos que pretendam permanecer na União Europeia após a saída do Reino Unido, já conhecida como Brexit. A acção vai permanecer até ao fim de 2019.

Portugal Ventures

A Portugal Ventures é uma Sociedade de Capital de Risco com uma política de investimento focada em projetos inovadores de base científica e tecnológica e em empresas com projetos de expansão internacional e do setor do turismo.

Fonte: StartUP Portugal

PREn

Plano de Racionalização Energética

relacionado com DGEG- Direção-Geral de Energia e Geologia

Produto Interno Bruto (PIB)

O produto interno bruto a preços de mercado representa o resultado final da atividade de produção das unidades produtivas residentes. Pode ser definido de três formas:

a) Ótica da produção: o PIB é igual à soma dos valores acrescentados brutos dos diferentes sectores institucionais ou ramos de atividade, mais os impostos líquidos dos subsídios aos produtos (que não são afetados aos sectores e ramos de atividade). É igualmente o saldo da conta de produção total da economia;

b) Ótica da despesa: o PIB é igual à soma das utilizações finais de bens e serviços (consumo final e formação bruta de capital) das unidades institucionais residentes, mais a exportação e menos a importação de bens e serviços;

c) Ótica do rendimento: o PIB é igual à soma das utilizações da conta de exploração do total da economia (remuneração dos empregados, impostos sobre a produção e a importação líquidos de subsídios, excedente bruto de exploração e rendimento misto do total da economia).
Os valores são brutos quando não deduzem o consumo de capital fixo.

Fonte: Sistema Europeu de Contas

Produtor em regime especial (PRE)

Entidade titular de licença de produção de energia elétrica a partir de fontes de energia renovável, resíduos, co-geração ou produção em BT, atribuída nos termos de legislação específica.

Fonte: ERSE

Programa Capitalizar

Orograma estratégico de apoio à capitalização das empresas, à retoma do investimento e ao relançamento da economia, com o objetivo de promover estruturas financeiras mais equilibradas, a redução dos passivos das empresas economicamente viáveis e de melhorar as condições em que as micro, pequenas e médias empresas financiam os seus projetos e a sua atividade.

Eixos fundamentais do programa:
i) simplificação administrativa e enquadramento sistémico;
ii) fiscalidade;
iii) estruturação empresarial;
iv) alavancagem de financiamento e investimento e
v) dinamização do mercado de capitais

05/2017: Criado em agosto de 2016, o programa tem até agora uma taxa de execução de 77%, com 51 medidas implementadas ou em curso, num total de 66 medidas propostas pela Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas.

Programa EU Gateway

Este programa ajuda as empresas europeias a estabelecer parcerias duradouras de negócios na Coreia, Sudeste Asiático e na China através de serviços de encontros e de negócios.

Fonte: https://www.eu-gateway.eu/

Programa EUROSTARS

O Programa EUROSTARS tem como objetivo apoiar projetos de I&D Internacionais liderados por PMEs que desenvolvam atividades de I&D, com forte potencial de crescimento complementando outros Programas Europeus, Nacionais e Regionais de apoio às PMEs.

Fonte: https://www.eurostars-eureka.eu/

Programa INOV Contacto

O INOV Contacto é um programa de estágios profissionais feito em contexto internacional e é dirigido aos jovens com formação superior que tenham motivação para desenvolver uma carreira internacional e disponibilidade para viver no exterior.

Fonte: AICEP

Programa Interface

O INTERFACE vem acelerar a transferência de tecnologia das universidades para as empresas, potenciar a certificação dos produtos, aumentar a competitividade da economia portuguesa e das empresas nos mercados nacional e internacional.
As grandes iniciativas do Programa INTERFACE são:
- Apoio aos Centros de Interface Tecnológico (CIT)
- Clusters de Competitividade
- Laboratórios Colaborativos
- Clube de Fornecedores


As várias medidas do programa serão financiadas pelo Fundo de Inovação, Tecnologia e Economia Circular (FITEC), por fundos comunitários e por linhas de crédito específicas.

Programa Operacional

Documento apresentado por um Estado-Membro e aprovado pela Comissão, que define uma estratégia de desenvolvimento com um conjunto coerente de prioridades a realizar com o apoio de um fundo ou, no caso do Objetivo da Convergência, com o apoio do Fundo de Coesão e do FEDER.

Fonte: Eurocid

Projecto IoF2020

O projecto Internet of Food & Farm 2020 (IoF2020) investiga e promove a implementação em grande escala da Internet das Coisas (IoT) no sector agrícola e alimentar europeu. Com um orçamento de 34,7 milhões de euros, co-financiados pelo União Europeia, o projecto visa “impulsionar uma mudança de paradigma neste domínio, melhorando drasticamente a produtividade e a sustentabilidade”.

Projeto Doing Business

O Doing Business mede, analisa e compara as regulamentações aplicáveis às empresas e o seu cumprimento em 190 economias e cidades selecionadas nos níveis subnacional e regional.

Lançado em 2002, o projeto Doing Business examina as pequenas e médias empresas nacionais e analisa as regulamentações aplicadas a elas durante o seu ciclo de vida. Assim, este estudo serve de ferramenta para se medir o impacto das regulamentações sobre as atividades empresariais ao redor do mundo.

Propriedade Industrial

As criações intelectuais podem ser objeto de um direito de propriedade – um direito de propriedade industrial.

Este direito permite assegurar o monopólio ou o uso exclusivo sobre uma determinada invenção, uma criação estética (design) ou um sinal usado para distinguir produtos e empresas no mercado.

A Propriedade Industrial (PI), em conjunto com os Direitos de Autor e os Direitos Conexos, constituem a Propriedade Intelectual.

Enquanto a Propriedade Industrial tem por objeto a proteção das invenções, das criações estéticas (design) e dos sinais usados para distinguir produtos e empresas no mercado, o Direito de Autor visa a proteção das obras literárias e artísticas (incluindo as criações originais da literatura e das artes).

Fonte: INPI

Q

QR-Code

Um QR Code ou Quick Responde Code é um tipo de código de barras bidimensional que pode ser lido com smartphones e instrumentos de leitura de QR e que se ligam diretamente a emails, websites, números de telefone e muito mais. O alcance de utilização dos QR Codes é imenso, particularmente ao nível do marketing e promoção de produtos, marcas e serviços.

Fonte: Guias Teóricos NOS

R

REACH

Nome do regulamento relativo ao registo, avaliação, autorização e restrição dos produtos químicos.

No Espaço Económico Europeu (União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega), a importação ou o fabrico de uma determinada substância química numa quantidade igual ou superior a uma tonelada por ano deve ser registada na base de dados REACH.

Receitas

Recursos gerados no decurso de uma operação cofinanciada, os quais são deduzidos, no todo ou proporcionalmente, ao custo total elegível da operação,
consoante esta seja cofinanciada, respetivamente, na íntegra ou parcialmente, e que ocorram durante o período de elegibilidade da despesa, designadamente, o produto de vendas, prestações de serviços, alugueres, matrículas, propinas e inscrições, juros credores, ou outras receitas equivalentes.

Fonte: https://dre.pt/application/conteudo/66639546

Rede CEC (ECC-Net)

Rede de Centros Europeus do Consumidor, da qual faz parte o CEC Portugal, é constituída por 30 centros localizados nos 28 Estados-membros da União Europeia, na Islândia e na Noruega.

Rede Fin-Net

A FIN-NET é uma rede para a apresentação extrajudicial de queixas transfronteiras no setor dos serviços financeiros (banca, seguros e valores mobiliários), constituída na União Europeia com vista ao reforço da cooperação entre as entidades nacionais com competência para a resolução extrajudicial deste tipo de litígios. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários participa na FIN-NET desde a respetiva constituição.

Podem recorrer à FIN-NET todos os cidadãos do Espaço Económico Europeu, da União Europeia, da Noruega e da Islândia.

FIN-NET membros em Portugal:
- CMVM – Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários
- Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa

Rede Nacional de Incubadoras

A Rede Nacional de Incubadoras visa identificar, mapear e interligar as mais de 70 incubadoras existentes no País, criadas por iniciativa de universidades, polos científicos e tecnológicos, autarquias, empresas privadas ou entidades estrangeiras. A RNI tem como eixos principais de intervenção a promoção da cooperação e partilha de recursos físicos e de know-how entre os seus membros, bem como a interligação com redes de mentores e investidores e apoio à promoção da formação dos empreendedores e dos seus gestores, ajudando assim para que haja um aumento das competências e qualidade das incubadoras portuguesas e serviços prestados aos empreendedores.

Rede SOLVIT

O SOLVIT é um serviço prestado pelas administrações nacionais de todos os países da UE, bem como da Islândia, do Liechtenstein e da Noruega. O SOLVIT é gratuito.

A forma mais simples de contactar o SOLVIT é através da Internet. Embora haja Centros SOLVIT em todos os países, o sítio Web do SOLVIT é o melhor ponto de partida.

O SOLVIT procura resolver o seu problema num prazo de dez semanas a partir da data em que o centro SOLVIT do país onde ocorreu o problema começa a tratar do seu caso.

Fonte: Comissão Europeia

Regiões mais desenvolvidas

Embora as intervenções em regiões menos desenvolvidas continuem a ser prioritárias para a política de coesão, existem desafios importantes que dizem respeito a todos os Estados-Membros, como a competição global na economia baseada no conhecimento e a transição para a economia assente num baixo nível de emissões de carbono. Esta categoria abrange as regiões cujo PIB per capita é superior a 90 % do PIB médio da UE27.

Fonte: Eurocid

Regiões menos desenvolvidas

O apoio às regiões menos desenvolvidas continuará a ser uma prioridade essencial para a política de coesão. O processo de convergência das regiões menos desenvolvidas exigirá esforços continuados a longo prazo. Esta categoria abrange as regiões cujo PIB per capita é inferior a 75 % do PIB médio da UE27.

Fonte: Eurocid

RERAE

Regime Extraordinário da Regularização de Atividades Económicas

"Com a publicação da Lei n.º 21/2016, de 16 de Junho, as empresas que se encontrem em laboração sem título válido de instalação ou título de exploração ou de exercício de atividade, incluindo as que estão em desconformidade com os instrumentos de gestão territorial, ou as que pretendam ampliar ou ser alteradas e em que tal não seja compatível com os IGT vinculativos dos particulares ou com servidões e restrições de utilidade pública, têm até 24 de julho de 2017 para beneficiar do Regime Extraordinário da Regularização de Atividades Económicas (RERAE)." CCDR-N

Decreto-Lei n.º 165/2014

Retorno sobre o Investimento - ROI

O famoso “retorno sobre o investimento”. É o dinheiro que um investidor recebe de volta como percentagem do valor que investiu na empresa. Por exemplo, se um investidor investe €2 milhões em contrapartida de uma participação de 20 por cento no capital social de uma empresa e essa empresa é adquirida por €40 milhões, o retorno do investidor é de €8 milhões.

Fonte: PortugalVentures

RFAI

Este regime instituiu um benefício fiscal ao investimento em ativos fixos tangíveis e ativos intangíveis, consubstanciado em deduções à coleta de IRC, isenção de Imposto do Selo e isenção ou redução de IMI e IMT relativamente a imóveis adquiridos ou construídos neste âmbito.

Constitui um regime de auxílio com finalidade regional, aprovado nos termos do Regulamento (UE) n.º 651/2014, de 17 de junho de 2014, que declara certas categorias de auxílio compatíveis com o mercado interno, em aplicação dos artigos 107.º e 108.º do Tratado, publicado no Jornal Oficial da União Europeia n.º L 187, de 26 de junho de 2014 (designado por Regulamento Geral de Isenção por Categoria ou RGIC), respeitando ainda, quando aplicável, as orientações relativas aos auxílios com finalidade regional (OAR) para o período 2014-2020, publicadas no Jornal Oficial da União Europeia, n.º C 209, de 23 de julho de 2013.

RIEP

Ranking de Internacionalização das Empresas Portuguesas

O INDEG-ISCTE Executive Education, em colaboração com o Núcleo de Estratégia e Negócios Internacionais da Fundação Dom Cabral (FDC) e com o apoio institucional da aicep Portugal Global.

RIS3

Research and innovation strategies for smart specialisation.
As Estratégias de Inovação Nacionais/Regionais para a Especialização Inteligente (estratégias RIS3) são agendas de transformação económica integradas de base local.
Estratégia de especialização inteligente» refere-se às estratégias nacionais ou regionais que definem prioridades com vista à construção de uma vantagem competitiva através do desenvolvimento e adequação de pontos fortes próprios de investigação e inovação às necessidades empresariais de modo a responder a oportunidades emergentes e a desenvolvimentos do mercado de forma coerente, ao mesmo tempo que se evitam as duplicações e as fragmentações de esforços.
As estratégias de especialização inteligente devem ser desenvolvidas através do envolvimento de autoridades de gestão e partes interessadas nacionais ou regionais, como universidades e outras instituições de ensino superior, empresas e parceiros sociais, num processo de descoberta empresarial.

Fonte: Regulamentação N.º 1301/2013 (UE) do Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de dezembro de 2013 in
http://ec.europa.eu/regional_policy/sources/docgener/informat/2014/smart_specialisation_pt.pdf

RJET

Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos

ROI

A sigla ROI em inglês significa Return on Investment, ou seja, Retorno sobre
Investimento. Basicamente o ROI é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido ao
ser feito um investimento e o montante investido inicialmente.

RPB

Regulamento relativo aos produtos biocidas - Regulamento (UE) n.º 528/2012

RPB

S

S3

Smart Specialization Strategy

Salário Mínimo Nacional

Fixado a uma taxa à hora, à semana ou ao mês, o salário mínimo é imposto por lei, frequentemente após consulta com os parceiros sociais ou diretamente por acordo intersectorial. Os salários mínimos são montantes brutos, isto é, antes da dedução do imposto sobre o rendimento e das contribuições para a segurança social. Tais deduções variam entre os países.

Fonte: Eurostat

SCT

Sistema científico e tecnológico

Seed Capital

O capital semente, isto é, o valor que se capta quando o negócio ainda está em fase inicial, para poder dar os primeiros passos no mercado. Nessa fase, há os seed rounds, as rondas de investimento inicial, para levantar o primeiro dinheiro externo a entrar numa startup (seed money).

Fonte: PortugalVentures

Seed Stage

Fase anterior ao arranque formal de uma empresa, onde se avalia e desenvolve um conceito inicial de produto/serviço.

Fonte: PortugalVentures

Selo Confio

O Selo Confio é o comprovativo, materializado num logótipo em formato digital, atribuído ao titular do website que seja acreditado na sequência de processo prévio de auditoria.

SEM

Search Engine Marketing

Forma de marketing na Internet que procura promover websites através do aumento da sua visibilidade nas páginas dos motores de busca. Opera-se primeiro através de publicidade paga e de SEO, ajustando ou rescrevendo o conteúdo do website para este atingir melhores resultados no rankink.

Fonte: Revista Dirigir & Formar

SEO

Search Engine Optimization

Sistema que visa promover, sem custos, a visibilidade de um site, ou de uma página web, num motor de busca. Trata-se de um processo de visibilidade também referido como "natural" ou "orgânico". Por exemplo, se vende sapatos de senhora, quando alguém procura no Google "sapatos de senhora" pretende que a sua marca apareça na lsita de resultados, de preferência na primeira página.

Fonte: Revista Dirigir & Formar

SFC2014

Sistema de Gestão de Fundos na União Europeia.

link: https://ec.europa.eu/sfc/en/2014

SGPI

O Sistema de Gestão de Projectos de Investimento visa garantir a todos os agentes do sector um acesso mais eficaz e competente aos processos de candidatura, contratação e execução, associados aos planos de investimento que promovem.

Este sistema permite, em primeira instância, a apresentação de novas candidaturas aos instrumentos de apoio financeiro geridos pelo Turismo de Portugal, I.P.. Posteriormente, e para que haja uma constante interacção entre os promotores de projectos de investimento turístico e os nossos serviços, é garantido através do mesmo sistema o acesso à sua informação base, ao estado actual da candidatura e à respectiva conta corrente.

SIFIDE

Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial visa aumentar a competitividade das empresas, apoiando o seu esforço em Investigação e Desenvolvimento através da dedução à coleta do IRC das respetivas despesas.

SIMFE

Sociedades de Investimento Mobiliário para Fomento da Economia

Organismos de investimento colectivo sob forma societária de capital fixo, correspondendo a sociedades de investimento mobiliário que têm como objeto o investimento em valores mobiliários emitidos por empresas elegíveis.

Programa Capitalizar

SIR - Sistema de Indústria Responsável

O Sistema da Indústria Responsável (SIR) estabelece os procedimentos necessários ao acesso e exercício da atividade industrial, à instalação e exploração de Zonas Empresariais Responsáveis (ZER), bem como ao processo de acreditação de entidades no âmbito deste sistema.

Os seus principais objetivos são:
- A prevenção dos riscos e inconvenientes resultantes da exploração dos estabelecimentos industriais, visando a salvaguarda da saúde pública e a dos trabalhadores, a segurança de pessoas e bens, a segurança e saúde nos locais de trabalho, a qualidade do ambiente e um correto ordenamento do território, num quadro de desenvolvimento sustentável e de responsabilidade social das empresas;
- A promoção da simplificação e desburocratização dos atos e procedimentos da Administração Pública, visando contribuir para dinamização e competitividade da indústria nacional, num quadro de políticas de desenvolvimento económico sustentável.

Fonte: IAPMEI

SIRER

Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos

SI-RJET

Sistema Informático do Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos.

Através do SI-RJET, um promotor pode:
•Solicitar a reconversão da tipologia do seu empreendimento para uma das novas tipologias legais;
•Requerer a classificação ou respectiva revisão do seu empreendimento turístico;
•Comunicar a existência de um título válido de abertura (alvará de autorização de utilização para fins turísticos, comunicação de abertura, intimação judicial) para desencadear o processo de classificação.

Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE)

O Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE) teve início no período 1994-95 e resulta de um processo de integração de informação sobre empresas, primeiramente proveniente do Inquérito Anual às Empresas (IEH) e posteriormente de vária informação de carácter administrativo proveniente de protocolo com vários organismos do Ministério das Finanças e da Administração Pública.

INE

Sistema Nacional de Garantia Mútua

Tendo em vista a criação de condições para a redução dos custos de financiamento das empresas, em especial das PME, e um maior equilíbrio da sua estrutura de financiamento, nomeadamente pela obtenção de garantias que permitam o acesso a empréstimos com prazos adequados aos ciclos de exploração das empresas e à realização dos investimentos necessários ao seu desenvolvimento, foram criadas em 2003 as primeiras três Sociedades de Garantia Mútua em Portugal – Garval, Lisgarante e Norgarante, para as quais foi transferida toda a actividade operacional da SPGM associada à prestação de garantias. A juntar-se a estas, surge em 2007 uma outra Sociedade, a Agrogarante, especificamente destinada a apoiar o Sector Primário.

Spin-off

Criação de uma nova empresa independente, de produtos ou serviços inovadores, gerados inicialmente a partir de um projeto numa empresa-mãe já existente.

Fonte: PortugalVentures

Startup

Projetos de negócio que resultam de investigação ou de ideias originais, que estão em fase de criação, não tendo ainda iniciado actividade. Precisam, geralmente, de financiamento para poderem arrancar com o investimento de marketing e de comercialização do produto ou serviço.


Fonte: Expresso

Startup Unicórnio

Empresas jovens ou startups com grande potencial de crescimento e com avaliações de pelo menos mil milhões de euros.

O termo foi criado em 2013 por Aileen Lee, sendo que este animal mítico representa a raridade estatística deste acontecimento.

Fonte: NOS

STEM

Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática

T

TIC

Tecnologias da Informação e da Comunicação

TICE

Tecnologias da Informação e da Comunicação e Eletrónica

Trabalhador por Conta de Outrem

Indivíduo que trabalha para um empregador, que tem um contrato de emprego e recebe compensação sob a forma de ordenado, salário, honorários, gratificações, pagamento de trabalho à peça ou ganhos em género. Um trabalhador proveniente de uma agência de trabalho é considerado como sendo um empregado dessa agência de trabalho temporário e não da unidade (cliente) para a qual trabalha.

Fonte: Eurostat

TRACES

Trade Control Expert System
Sistema eletrónico da UE para o rastreio de produtos alimentares na UE

Travel Tourism Competitiveness Report

O World Economic Forum (WEF) publica e divulga a cada biénio o Travel Tourism Competitiveness Report.

O TTCR 2017 foca-se no índice de competitividade que elenca o conjunto de fatores e políticas que possibilitam o desenvolvimento sustentável do setor de viagens e turismo.

U

UNCTADSTAT

United Nations Conference on Trade and Development.

Valida e compila uma vasta gama de dados recolhidos a partir de fontes nacionais e internacionais para fornecer estatísticas fiáveis, para facilitar a análise das questões mais urgentes e emergentes.

Unicórnios

As startups com um valor de mercado superior a 1000 milhões de dólares (cerca de 900 milhões de euros), um clube que conta com pouco menos de 200 empresas em todo o mundo.

Fonte: Portugal Ventures

V

Valor Acrescentado Bruto (VAB)

Corresponde ao saldo da conta de produção, a qual inclui em recursos, a produção, e em empregos, o consumo intermédio, antes da dedução do consumo de capital fixo. Tem significado económico tanto para os setores institucionais como para os ramos de atividade . O VAB é avaliado a preços de base, ou seja, não inclui os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos .

Fonte: http://smi.ine.pt/

VIES

Sistema de Intercâmbio de Informações sobre o IVA.

A ferramenta Web do sistema VIES da UE permite verificar se uma empresa está registada para poder fazer transações comerciais transfronteiras dentro da UE.

VITIS

Programa de reconversão e restruturação das vinhas no continente

Vodafone Power Lab

O Vodafone Power Lab é um programa de incentivo à inovação e ao empreendedorismo iniciado em 2009. Tem como objetivo fomentar a criação de projetos tecnológicos no setor das telecomunicações, através de apoio na incubação, mentoria, workshops e formações, dando condições de trabalho às novas empresas para que estas se desenvolvam.

Volume de Negócios

Quantia líquida das vendas e prestações de serviços respeitantes às atividades normais das entidades, i.e, após as reduções em vendas e excluindo o imposto sobre o valor acrescentado e outros impostos diretamente relacionados com as vendas e prestações de serviços.

Fonte: http://smi.ine.pt/

W

WIPO

World Intellectual Property Organization

Também identificada como OMPI, Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

X

Y

YEI: Youth Employment Initiative

Iniciativa para o emprego dos jovens

A iniciativa dirige-se exclusivamente aos jovens que não estudam, não trabalham e não seguem uma formação, incluindo os jovens desempregados de longa duração e os que não estão registados como candidatos a emprego.


Fonte: http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=1176&langId=pt

Z

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