Porquê o Japão?

Exportação

- 3ª economia do mundo (depois dos EUA e da China)
- 4ª maior exportadora e importadora a nível mundial, em 2015
- 8ª posição no ranking do Global Competitiveness Index 2016-17
- 23.º lugar no ranking global do EIU – Economist Intelligence Unit (entre 82 mercados)

- 127 milhões de consumidores, detentores de um dos mais elevados poderes de compra do mundo e tradicionalmente recetivos a produtos estrangeiros, designadamente de marcas internacionalmente reconhecidas.

No âmbito do relacionamento económico bilateral e não obstante o facto de o Japão, em 2015, ainda ser apenas o nosso 35º cliente de bens, as nossas exportações nesse ano, registaram um aumento de 17,5% face a 2014, ascendendo a cerca de 146,3 milhões de euros.

Por outro lado, em 2015, as exportações portuguesas de bens de alto grau de intensidade tecnológica aumentaram 22%, face a 2014. Acresce que, considerando as estatísticas das autoridades japonesas, no período de janeiro a agosto de 2016, entre os principais produtos exportados de Portugal para o Japão, registaram maiores percentagens de crescimento em relação ao período homólogo do ano anterior, as máquinas e aparelhos (sobretudo elétricos - 54% e outros - 36%), as matérias têxteis (em particular artigos sem ser de malha - 15%) e o agroalimentar e bebidas (sobretudo o pescado - 23% e o vinho - 30%).

• Já existem mais de 900 empresas a exportar para este mercado, sendo expectável que a situação evolua de forma mais auspiciosa em 2017.

• É também um mercado interessante enquanto emissor de turistas para Portugal, tendo as receitas do turismo crescido, em média, mais de 14%, entre 2011 e 2015.

• Tem um potencial de negócios por explorar muito interessante, sendo um mercado de desafios e oportunidades aliciante para as nossas empresas. Muitas delas testemunharam que negociar com o Japão determina, não raramente, ganhos de sofisticação no produto e de eficácia no processo produtivo. Exportar para o Japão é, atualmente, um excelente cartão-de-visita que facilita o acesso a outros mercados da região e não só, com padrões de qualidade e inovação similares.

• É uma alternativa válida à expedição para os mercados comunitários mais saturados, não obstante a forte concorrência dos players internacionais e um mercado interessante para o estabelecimento de parcerias, tendo em vista o desenvolvimento de projetos nos PALOP.

É um mercado de aposta para as empresas exportadoras para mercados sofisticados, em particular no que concerne aos produtos e serviços portugueses com maior valor acrescentado, elevado teor tecnológico e bom serviço pós-venda que conseguem vantagens comparativas relevantes, estando as melhores oportunidades para as nossas exportações centradas nos seguintes setores, de acordo com a atitude da procura japonesa: calçado de couro, vestuário feminino em regime de OEM, tecidos para vestuário, têxteis-lar, cerâmica utilitária / table ware, vinho de mesa - preço no retalho até 1.000 ienes, vinho verde, conservas de peixe, derivados de tomate, peixe congelado, azeite a granel e pavimentos cerâmicos.

17/01/2017

Fonte:AICEP

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