Há uma rede cooperativa que é elevador da região

Especial Novo Rumo a Norte no JN #20

Em pouco mais de dois anos, o projeto Novo Rumo a Norte (NRN) aproveitou a mais de mil empreendedores e empresas da região.

Houve partilha de informação e experiências, acesso facilitado a centros de conhecimento, aprendizagem coletiva e valorização do “capital relacional” que aportaramao projeto vários agentes decisivos para a definição da agenda competitiva nacional no pós-Portugal 2020. Mas, não menos profícuos foram o trabalho em rede e as dinâmicas colaborativas estabelecidas entre as 132 entidades envolvidas.


Tanto assim que o efeito demonstração da “rede cooperativa e integrada” que a AEP conseguiu cerzir Paula Silvestre, coordenadora do projeto NRN: “O ecossistema empreendedor da região Norte está mais robusto” Paula Silvestre, coordenadora do projeto, antecipa balanço “muito positivo” a um mês do encerramento para alavancar o projeto deve constituir um “caso de boas práticas” para decisores institucionais, empresas, associações, sistema científico e tecnológico, autarquias, centros de decisão intermunicipais e terceiro sector. Sim, é possível compaginar territórios, políticas públicas, iniciativa privada e recursos disponíveis com o empreendedorismo fervilhante ativado pela tecnologia e inovação, as oportunidades da digitalização e da economia circular, as exigências do consumo e os imperativos da qualificação do capital humano.

Paula Silvestre não tem dúvidas: “O ecossistema empreendedor da região Norte está mais robusto e as associações empresariais mais apetrechadas para apoiar os empreendedores, estimular o investimento e colaborar na adequação da instrumentação financeira às necessidades e à cultura dominante nas PME portuguesas”.



Leia mais na página especial JN do Novo Rumo a Norte que lhe disponibilizamos em ANEXO.

15/03/2018

Fonte:Jornal de Notícias

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