Regional Yearbook 2018

Eurostat

O que revela a edição do Eurostat Regional Yearbook deste ano? O gabinete de estatística da União Europeia compila dados sobre várias áreas, como saúde, economia e investigação, para as regiões de cada país, numa publicação que permite ver as diferenças entre as diferentes zonas de cada nação.

A taxa de utilizadores diários de internet em Portugal apresenta uma diferença considerável quando comparada com os valores médios da União Europeia. Apenas a área metropolitana de Lisboa está acima da média, com 74% — contra os 72% médios da UE. O resto do país apresenta valores muito abaixo da média europeia, sendo que o destaque vai para o norte, que conta apenas com 57% de utilizadores entre o total de população.

“O acesso às TIC [Tecnologias de Informação e Comunicação] é considerado, por muitos, como fundamental para melhorar os níveis de produtividade e competitividade das regiões. Embora a internet seja uma parte quase constante da vida quotidiana de muitos europeus, algumas partes da população continua a ser excluída do mundo digital”, pode ler-se no Regional Yearbook do gabinete de estatísticas da União Europeia.

Os gastos em Investigação e Desenvolvimento (ID) incluem investimento em empreendimentos empresariais, instituições de ensino superior e organizações sem fins lucrativos. Foram despendidos 302,9 mil milhões de euros na UE 28 em 2016, o que equivale, em média, a 594 euros por habitante. O rácio já não sofre alterações significativas há três anos. Em Portugal, nenhuma das regiões chega perto média europeia, e o Alentejo e Algarve têm uma intensidade abaixo de 1%.


Afinal, onde estão os progressos?
De acordo com o Regional Yearbook, do Eurostat, a União Europeia fez alguns progressos, nomeadamente nas áreas de produção e consumo responsáveis, energia acessível e limpa, cidades e comunidades sustentáveis e, também, no que diz respeito à vida nas zonas mais rurais.

Do outro lado, o progresso foi moderado no que toca a reduzir as desigualdades, terminar a fome, erradicar a pobreza e equilibrar a igualdade de género.

14/09/2018

Fonte:https://eco.pt/

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