7 Top Trends no setor energético

EY (Ernst & Young)

Sete grandes tendências:

1 - Digitalização – a transformação digital está presente em toda a cadeia de valor da energia, com proliferação de múltiplas tecnologias - IoT, recolha e tratamento massivo de dados, automação inteligente, canais digitais e redes socias, entre outras – que alterarão fundamentalmente a forma como esta indústria se relaciona bidireccionalmente com o cliente e em tempo real.

2 - Descarbonização – exigências cada vez mais apertadas por parte dos reguladores influenciam o mix energético (combustíveis fósseis vs renováveis), o que impactará como nos deslocamos e como a nossa energia é produzida e consumida.

3 - Eletrificação – O aumento da utilização de energia elétrica onde antes se utilizavam outras formas de energia. Como exemplos práticos temos a bomba de calor em substituição das caldeiras a gás ou os veículos elétricos em substituição dos veículos a gasolina e a gasóleo.

4 - Eficiência energética – assistimos hoje a um consumo mais racional da energia, muito suportado em avanços tecnológicos que permitem fazer mais, com menos recursos energéticos, no consumo doméstico, no consumo industrial ou nos transportes. Por outro lado, existe uma maior consciencialização para uma mudança de hábitos que conduzam a um uso mais racional da energia.

5 - Poder do consumidor – o cliente tomador de um preço tabelado e de um produto indiferenciado acabou. Hoje existem alternativas, quer em termos de oferta quer em termos de fornecedores, pelo que o consumidor passa a ter mais opções e passa ele próprio a poder produzir, armazenar e vender energia.

6 - Diversidade concorrencial - a integração de serviços suportados por capacidades digitais e inteligentes de leitura de dados de energia (smartmetering) com novas interfaces para o cliente permite uma arquitetura de serviços altamente ágil e o aparecimento de novos players no mercado (operadores virtuais).

7 - Competitividade – a emergência em definitivo das energias renováveis enquanto opção competitiva em comparação direta com fontes de energia fósseis, quer pelo foco na eficiência, quer pela redução do seu custo como fonte de energia.

21/11/2017

Fonte:AICEP

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